Durante a investigação do apagão, jornais dos EUA revelaram que isso aconteceu em janeiro, numa usina de Ohio. O vilão, no caso, era o Slammer, um worm altamente veloz, que se aproveitou de uma vulnerabilidade de ambientes SQL, uma linguagem comumente usada em banco de dados. Por sorte, o reator nuclear não estava conectado à rede afetada. (bingo!)Sim, claro. Os especialistas em segurança sairam no tapa, socos e unhadas com os diretores de TI e infra para não cometerem o erro de economizarem umas verdinhas usando a mesma rede para a gerência do reator e, agora, o Slammer não atingiu a rede “por pura sorte”! Valha-me Deus...
Publicado em 03 de outubro de 2003 às 12:19 por trinity
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